Posts Tagged ‘frio’

Capitulo 27 : E Natal

setembro 23rd, 2011 | admin

Já é … já foi o Natal …

Meu segundo Natal aqui, mas desta vez sem a filha o que me faz sentir mais sozinha, porque não estou pensando no Papai Noel mas no meu aniversário.

Choveu por uma semana inteira, o céu cinza, pesado, em nada parecido com o ano passado, que nevou muito e depois abriu o sol, quando já estava tudo branquinho. Faz uma semana que não posso me separar do meu guarda chuva. Que deprê …

Como estávamos sozinhos, o Andrea e eu, fomos andar, de guarda chuva,  pela cidade no dia 24 depois do almoço.  Acho que aqui é muito mais fácil comprar presentes de Natal porque é inverno e isso aumenta muito o leque de banalidades para consumir, afinal entre a camiseta e o casaco, existe um universo, para nós desconhecido, de pequenos acessórios que parecem absolutamente indispensáveis, a começar pelas luvas das mais diferentes funções e formatos, “esquenta músculos”, “cobre pescoço”,  chapéus, boinas e variantes, pantufas, chinelos e assemelhados, cachecol, echarpe e todos os tipos de lenços e foulard, que dá vontade de ter um de cada cor. (mais…)

Capitulo 8 : A neve e as diferenças

setembro 3rd, 2011 | admin

Hoje é domingo, faz sol, o céu esta completamente azul, não tem nenhuma nuvem, maravilhoso depois de uma semana com muita neve e chuva.

O que fazer ?

Esquiar, obvio!

Procuramos um local para esquiar, próximo a Turin, para passarmos algumas horas.

Juntamos todo o equipamento, do Andrea e da mãe dele, que gentilmente me emprestou o seu, e vamos para os Alpes. (mais…)

Capitulo 7 : Relatos da Terra do Fin

setembro 3rd, 2011 | admin

Este numero do Diário de Bordo pretende ser um manual de cuidados para sulamericanos e outros seres de hábitos tropicais, quando em contato com “o” FRIO.

Posso dizer que na Finlandia tive meu primeiro contato com “o” FRIO … e não tem aquela conversa de “não adianta bater que eu não deixo vc entrar, as Casas Pernambucanas é que vão aquecer o meu lar”.

Não existe nada nas Casas Pernambucanas que aqueça um lar quase Ártico.

Estive, por 5 dias, vivendo entre -11° e -20°, numa situação urbana de normalidade : andando a pe ate o ponto do ônibus, no caso o TRAM, procurando um restaurante para jantar, voltando da Feira, passeando pela cidade e tentando não perder os dedos dos pés e das mãos. (mais…)